Marcos da Silva Neves,

mais conhecido como Marcos Neves, participou do movimento estudantil secundarista, quando foi vice-presidente do Centro Cívico do Colégio Estadual Pedro Alvares Cabral e diretor da Associação de Jornais Secundaristas. Atuou na luta pela anistia, ampla, geral e irrestrita como secundarista. Nesta época iniciou a participação em reuniões que visavam a organização do PTB de Brizola, através do Centro de Mobilização Trabalhista, onde conheceu Brandão Monteiro, ex-presidente do CACO.

Foi membro do primeiro Diretório Regional do PDT e dirigente da então Juventude Trabalhista, posteriormente, Juventude Socialista, tendo ocupado funções de direção municipal, regional e nacional.Ingressou na FND em 1981. No movimento estudantil universitário, foi diretor da gestão de 1981/1982 do CACO, cujo presidente era Carlos Kayath, tendo participado da articulação de inúmeras chapas para o centro acadêmico, DCE, UEE e UNE ao longo dos

Marcos Neves

cinco anos de universidade. Foi um dos organizadores da ida do Brizola na FND após 20 anos, em 1982 da sua primeira ida, quando da campanha para governador. Na luta pelas Diretas Já, foi o representante do PDT no Comitê Zonal Sul, onde ocorreu a primeira manifestação de rua com a coordenação das principais forças políticas do Rio de Janeiro. Na administração pública atuou em diversos governos do município do Rio de Janeiro, Volta Redondo e do governo do Estado. No campo legislativo, foi assessor parlamentar na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo especialidade na área do processo legislativo. Na área privada, foi Coordenador e Superintendente de Relações Institucionais da FECOMERCIO-RJ. Atualmente é Chefe da Assessoria Técnica do Conselheiro Domingos Brazão no Tribunal de Contas do Estado e Diretor da Futura Revista Eletrônica da ALUMNI-FND.