Luiz Fernando Ferreira de Souza

Luiz Fernando Ferreira de Souza é um colega que gosta dos colegas. Sua trajetória é ímpar. Sua liderança, original. Líder estudantil secundarista, ainda que tenha ocupado vários cargos públicos e na Justiça, todos importantíssimos, Luiz Fernando, desde sempre, optou pelo exercício da advocacia, com garra e brilho, principalmente na área civil. No entanto, para nós, Luiz Fernando tem a belíssima marca do congraçamento. Sua turma, a nossa turma, que entrou no Golpe e saiu com o AI-5, tinha tudo para se dispersar, pois aqueles foram tempos muito difíceis e mais ainda difíceis para que pudéssemos nos conhecer melhor. Luiz Fernando teve este importantíssimo papel de não deixar que nos desgarrássemos. Todo ano, incansavelmente, ele organiza um jantar, em que podemos rever os colegas e atualizar nossas vidas. São momentos muito felizes, momentos de ouro, de saudades, que passamos juntos, e às vezes, tristes, por constatarmos que alguns dos colegas já se foram ou já não podem mais gozar do nosso convívio.

Luiz Fernando Souza

Luiz Fernando, portanto, simboliza uma qualidade que devemos premiar: a de nos unir. Sua premiação, naturalmente, é dele e só dele, pois ele tem o gosto do coleguismo, mas, com ele, queremos incentivar um dos pilares da nossa Alumni – o congraçamento. Afinal, somos todos FND. 

Resistir é congraçar os amigos.

Eis um pouco de seu currículo:

Bacharel em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, da antiga Universidade do Brasil, integrante da festejada turma de 1968.

Tendo participado ativamente da política estudantil secundária, junto a AMES, nos anos de 1960 a 1963, onde já militavam bravos companheiros, como Walter Luiz Bezze, Carlos Alberto Muniz, Brandão Monteiro, Cecil Thiré, Antonio Carlos Louzada, estes representantes do lendário Colégio Pedro II e muitos outros representativos da classe. 
Em 1964 ingressou na FND, onde foi filiado a REFORMA, sem, contudo, exercer qualquer cargo no antigo e glorioso CACO, em razão da ruptura democrática, exercendo apenas a militância. 
Servidor do outrora Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara, onde ingressou em 1964, exercendo funções na Presidência daquele Tribunal, inicialmente como membro do gabinete do Desembargador Martinho Garcez Neto e como secretário dos Presidentes Desembargadores Aloysio Maria Teixeira e José Murta Ribeiro, até o ano de 1970, quando se exonerou para atuar na advocacia, cuja militância exerce até a data de hoje, no Juízo Cível e nos Tribunais, inclusive, tendo atuado por vários anos da Justiça Eleitoral, portanto, militante na advocacia há mais de 45 anos.

Exerceu atividades também, em sua área da autuação no Poder Executivo junto a Secretaria de Justiça do Estado do Guanabara de 1971 a 1973, na Secretaria de Justiça e Negócios Interiores do Estado do Rio de Janeiro de 1980 a 1983.

Conselheiro do Conselho de Recursos Administrativos dos Servidores do Estado, como representante do Estado de 1982 a 1983.

Advogado do outrora Instituto de Previdência do Estado da Guanabara desde 1982, permanecendo no cargo após fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro, até a aposentadoria em 2014.

Diretor de Administração do Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro, na gestão do Governador Moreira Franco de 1987 a 1989.
Assessor da Presidência do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, no período de 1989 até 2014, ocasião da aposentadoria.

Na advocacia atuou, inicialmente, como membro do Escritório de Advocacia Alfredo Zide de 1971 a 1978, em 1978 fez parte do Escritório de Advocacia do Professor Martinho Garcez Neto, tendo em 1987 retornando ao Escritório de Advocacia de Alfredo Zide, onde permaneceu até 1996.

Em 2001 ingressou como membro no Escritório de Advocacia Wald Associados, permanecendo até 2010.

Dentre os cursos em que se graduou, destacam-se, Positivismos e Política, Política e Economia, Jornalismo e Política, Evolução do Direito Eleitoral, de 1965 a 1968.

Participante do II Ciclo de Estudos sobre Segurança Nacional e Desenvolvimento, da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra - ADESG, em 1970.